Arquivo do autor:Henrique Ribeiro

Sobre Henrique Ribeiro

Periodista brasileño aficionado por el fútbol, Henrique Ribeiro está en España para hacer el MGEC (Máster en Gestión de Empresas de Comunicación) de la Universidad de Navarra. A pesar de la distancia, sigue con atención los hechos del balón en Brasil

Zebras geográficas

Uruguai, Argentina e Brasil classificados. Paraguai e Chile quase lá.

França dá vexame, Inglaterra e Itália perigando ficar fora, e Espanha e Holanda perto da vaga, mas sem o brilho esperado.

A qualidade não é lá essas coisas, mas ninguém pode reclamar da falta de emoção e surpresas nesse Mundial.

A Copa da África do Sul está redesenhando o mapa do futebol – e atrapalhando o bolão corrompido de muita gente, como eu.

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O fim da vuvuzela?

Você liga a TV pra ver o jogo e, naquela fração de segundos antes da imagem aparecer, já sabe que está no canal certo: o inconfundível (e, para maioria, irritante!) som das vuvuzelas é a primeira coisa que você ouve.

Aliás, é isso que você vai ouvir pelos próximos 90 minutos, a não ser que você coloque no mudo, ou… que você vá pra Portugal, onde uma operadora de TV a cabo lançou um serviço que  elimina o som das vuvuzelas do áudio da TV! A matéria está no Globoesporte.com.

Se a invenção der certo, com certeza muita gente vai entupir os call centers das operadoras daqui pedindo algo parecido. O primeiro será o nosso carrancudo amigo Godines, inimigo número 1 da vuvuzela e que prometeu, em sinal de protesto, não postar mais blog enquanto as simpáticas cornetinhas continuarem apitando nas arquibancadas sul-africanas.

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Quanto custa torcer?

Um estudo da Associação Comercial de São Paulo prevê que os paulistanos vão gastar, em média, R$ 181 na compra de produtos relativos à Copa durante a primeira fase. Se o Brasil chegar na final, o gasto vai subir para R$ 357.

A maior parte desse gasto vai para a compra de bebidas e alimentos:  54% e 20%, respectivamente. Não por acaso, é mais ou menos a mesma proporção que você vai ingerir de cerveja e amendoim janponês nos jogos da seleção.

Outra conclusão da pesquisa é que a maioria dos paulistanos vai ver o jogo em casa. Daqueles 20% de gastos com alimentos, só 4% devem ser utilizados em bares ou restaurantes. Ou seja, o pessoal quer ver o jogo com atenção pra poder cornetar com mais propriedade depois!

E você, quer pagar quanto pra ver o Brasil ser hexa? Vamo lá que ainda dá tempo! Compre sua bandeira, seu apito, encha o freezer de suco e vista a camisa verde e amarela! O Brasil estreia hoje…

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Baixinho malandro

 

Muito bem humorado o anúncio da Kaiser com o Romário. Só não mostre pro Dunga, senão ele vai dizer que, além dos jornalistas, os publicitários também estão contra ele na seleção.

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Não aprendeu a lição

A primeira zebra da Copa aconteceu hoje, quando os EUA empataram com a Inglaterra, apontada por meio mundo como candidata ao título. E o empate teve um ingrediente especial: o frangaço do goleiro Robert Green, que devia mesmo desistir desse papo de Copa.

Como bem lembrou o PVC na transmissão da ESPN Brasil, o guarda-redes do West Ham se contundiu dias antes do Mundial de 2006 em um amistoso contra a Bielo-Rússia. Batendo um tiro de meta.

É, Green… Copa não é com você! E o técnico Fabio Capello bem que suspeitava. Ele cogitava escalar como titular o maluco David James, que se já não era muito confiável quando jovem, imagine agora, aos 39 anos…

A coisa tá feia. Mas se os ingleses fizerem muita questão, a gente até que podia emprestar o Doni pra eles. Nem precisa devolver…

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Pra quê?

Passamos um tempão aqui no blog falando sobre jogadores que poderiam ter ido à Copa, mas que ficaram em casa por alguma razão.

Cada vez mais acho que os certos são eles, e provavelmente o Henry concorda comigo. Afinal de contas, pra que ir à Copa se você vai ficar 75 minutos assistindo sentado, bem de pertinho, a um jogo horroroso entre França e Uruguai – e o pior de tudo, em que o seu substituto é o péssimo Govou?

O melhor é forçar uma contusão, ser marrento, dar cabeçada no técnico… qualquer coisa vale pra não ser submetido a essa tortura!

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Gênios incompreendidos

Toda vez é o mesmo mimimi: às vésperas da Copa, jogadores do mundo todo se unem contra a pobre bola desenvolvida para o Mundial.

“Sobrenatural” e “bola de supermercado” foram algumas das críticas mais criativas dirigidas à Jabulani – ou “Jaburu”, como prefere o nosso goleiro Julio César.

Os reclamões dizem que a bola é rápida demais e faz muitas curvas – a mesma ladainha que já ouvimos em 2006, 2002, etc… ou seja, daqui a umas duas Copas, você nem vai conseguir ver a bola pela TV quando o Ganso (tomara!) soltar a bomba de fora da área.

Enfim, a propriedade com que os boleiros falam da velocidade da nova gorduchinha me faz ter certeza de que a Adidas tem um controle muito avançado sobre tecnologias de propulsão supersônica ou algo do tipo. Talvez fosse melhor negócio desenvolver, em vez de bolas, motores para a Formula 1.

Clientes não iriam faltar. Imagina só a alegria do Rubinho – um gênio tão incompreendido quanto o engenheiro de bolas da Adidas – ao vislumbrar uma nova oportunidade (sim!!!) de ser campeão mundial!

Barrichello de Adidas já!!!

 

Rubinho aceitou ser o novo garoto propaganda da Jabulani:

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